As grandes marcas de consumo ainda têm muito a aprender com o uso das Mídias Sociais.
Até mesmo marcas como Starbucks e AXE, consideradas cases no mundo das mídias sociais devido a seus milhares de fãs e seguidores, enfrentam problemas.
A questão é que as empresas acumulam uma coleção de fãs no Facebook, seguidores no Twitter, e deixam de se perguntar: O que estamos fazendo com eles? “Há uma grande quantidade de esforço desperdiçado na mídia social”, diz Erich Joachimsthaler, diretor-gerente Vivaldi Partners, uma consultoria de marcas internacionais.
A Vivaldi foi responsável por uma pesquisa com 60 empresas para demonstrar o que os consumidores julgam como mais valioso nas relações com as marcas nas mídias sociais . Os resultados revelam alguns insights surpreendentes sobre os limites dos meios de comunicação social. Seguem abaixo algumas considerações importantes:

1- Advogados de marca x seguidores
A Dunkin ‘Donuts tem 80% menos fãs no Facebook e seguidores no Twitter do que a Starbucks. Porém os fãs da Dunkin ‘Donuts são 35% mais propensos a recomendar a marca, de acordo com o estudo. A questão é o envolvimento das pessoas com a marca.
2-Contexto
Falando em consumidores de cerveja por exemplo. Inovações de produto e embalagem não ajudam a criar relevância na vida diária esse consumidor. O importante é a ligação ou o “contexto social” durante o consumo.
3- Nem todas as marcas devem ser sociais
Marcas como a Gillete possuem grande lealdade: 96% dos inquiridos no estudo Vivaldi atribuem à marca boa qualidade e confiabilidade. Então, o que mais há para dizer?A conversa pode levar a uma discussão dos aspectos negativos, tais como preços e produtos alternativos e de marcas.
4. Ferramentas sociais são um meio e não um fim
A temáticas nas propagandas da Axe a respeito de utilizar o produto como ajuda na conquista feminina não passa de uma brincadeira. Raramente alguém daria um depoimento dizendo que o desodorante o ajudou na conquista. Em contrapartida marcas como a Clinique investem em vídeos com tutoriais de maquiagem. “Educar e capacitar os usuários é parte de nosso processo”, diz Emily Culp, VP da Clinique
Fonte: Woweffect e Fast Company
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