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Guia de MKT Digital -Infográfico

16 nov


Precisa explicar para um  novato o que é Marketing Digital? Ou até mesmo você que trabalha na área, precisa relembrar certas coisas a respeito de ferramentas, estratégias e conceitos?

Então taí uma bela ajuda condensada neste Infográfico!

Clique para ampliar.

Via Unbounce

As 20 palavras mais caras do Google Adwords

5 ago

Nesta semana eu vi este Infográfico e achei bem interessante.

Ainda é óbvio que a maior parte, leia-se 97%, da renda do Google vem dos links patrocinados, mas eu não imaginava quais seriam as 20 palavras mais caras. Aliás até imaginava e não eram bem essas que aparecem neste infográfico publicado pela Wired.

Junte o botão de Like com o +1 do Google

11 abr

Recentemente o Google lançou o Plus One (+1), um botão colocado nos resultados de busca do site, que funcionaria similarmente ao Like do Facebook. Este lançamento do Google inevitavelmente foi encarado como uma competição com o Facebook e a tentativa de conseguir de vez seu espaço no mundo Social Media, já que a algum tempo atrás não teve muito êxito com Goole Wave, Google Buzz. Porém tanto o +1 quanto o Like ajudam os usuários a compartilhar suas preferências e websites interessantes à sua rede de contatos assim como acaba interferindo também na forma de rankeamento dos resultados do Google, ajudando a entender o que é mais relevante de tudo que estão buscando.

Então por que não juntar as 2 coisas? Com uma extensão chamada  Google +Like, você consegue visualizar nos resultados de busca tanto o botão do +1 quanto o botão de Like, assim todos os seus sites e preferências serão compartilhados com seus amigos da rede de contatos do Google e do Facebook. Até porque sabemos que o +1 ainda está em fase de testes e para visualizar este botão na busca, é necessário ativar o serviço previamente(veja como aqui) e utilizar o google.com in english.

Bom, já instalei e estou usando, realmente a experiência se torna bem interessante ao ponto que deixa tudo integrado! Vamos ver se a extensão vai se espalhar por aí!

Fonte: TNW

Placebook: seus amigos ao redor do mundo

5 abr

O Placebook é uma ferramenta que permite a visualização da localização de seus amigos do Facebook ao redor do mundo num mapa. Bem interativo, basta se logar.

Antes de logar, há algumas informações no mapa como a porcentagem e concentração de pessoas nesta rede ao redor do Mundo. Infos bem interessantes por sinal.

Existe outras 2 formas de visualizar estes dados, através de ferramentas como  Mapping Facebook Connections and Project Palantir.

Via Infosthetics.com

Facebook: o novo vício?

17 jan

Um dos assuntos que eu mais gosto de explorar é como o acesso à tecnologia, especificamente à internet vem mudando nossos hábitos de comportamento e pode ser tanto prejudicial como benéfico.

Tudo depende é claro do uso que se faz dessas ferramentas como as Mídias Sociais mas é inegável que elas proporcionam um intenso grau de exposição de nossa vida, nossos dados/informações.

Muitas vezes isso é bom e necessário, servindo de vitrine para que as pessoas possam nos observar, e assim nosso ego se inflar um pouco mais ao ver vários comentários e curtir em uma postagem no Facebook por exemplo.

É disso que fala esse vídeo. São vários motivos para você se converncer de que não precisa ter uma conta no Facebook.

Eu gostei da ideia, aliás já cometi o orkuticídio, mas ainda acho necessário manter um perfil no Facebook, essa rede que só está crescendo. Talvez seja uma questão apenas de diminuir o tempo e número de vezes que acesso o site!

Reflita!

O que ficou do Intercon 2010

28 nov

Foto by Luis Leão - Flickr

Antes tarde do que nunca!

Já se passou uma semana que o Intercon 2010 aconteceu mas só agora estou conseguindo colocar aqui uma rápida descrição do que vi em mais uma edição deste evento!

Vamos ao que interessa então.

Este ano houve algumas mudanças em relação à edição anterior. A principal delas foi que havia apenas um espaço para as palestras, sendo assim não acontecia mais de uma ao mesmo tempo como no ano passado, o que é legal pra quem gosta de aproveitar ao máximo e não perder nenhuma palestra e sair por dentro de todos os assuntos discutidos. Porém acredito que se tivessem separado em 2 ambientes, sendo um mais específico  em tecnologia, termos técnicos e outro mais em comunicação e mercado, daria para focar mais na área de interesse de cada um e talvez nem fossem necessários 2 dias. Bom, pelo menos para mim, havia palestras muito técnicas que não sairia do evento com nenhum peso na consciência por não as ter presenciado maaass….Bora continuar!

A escolha dos mestres Luli Radfahrer e Manoel Lemos como curadores do evento não poderia ter sido melhor. É bacana ver 2 pessoas super conceituadas do mercado lá na frente no palco, apresentando os convidados, o que já gera uma certa confiança.

A primeira palestra apresentada foi a da Fernanda Weiden do Google, a respeito de Estratégias de Escalabilidade para serviços online. Essa foi uma das palestras “técnicas” que citei, mas admito que apesar de não entender com profundidade o assunto que ela explicava, foi legal ter uma noção geral de algumas coisas da área de infraestrutura do Google, o suficiente pra saber que meu nível de nerdice não chega a tanto,rs.

Passamos então para a palestra do Fabiano Coura que trabalha na área de Planejamento da Agência R/GA. Eu simplesmente amei essa palestra. Foi a partir daí que eu comecei a ter aquela sensação de ter já valido à pena o evento. Explico.O tema da palestra era : A integração agora é do real com o virtual. O Fabiano passou por 8 exemplos para nos mostrar que a tecnologia vem caminhando cada vez mais para o lado humano. O que estamos presenciando é um avanço da tecnologia querendo se fundir com o mundo real, físico. Alguns exemplos citados eu já tinha inclusive comentado  aqui , como o Stickbits, que serve para anexar arquivos digitais em objetos do mundo real; ou então o quadricóptero de brinquedo comandado através do seu Iphone! Veja!

Bom, essa ideia de integração entre esses 2 mundos, real e virtual que estamos presenciando é algo muito inpirador e nos leva a imaginar mais concretamente os caminhos da tecnologia nos próximos anos, por isso eu gostei tanto dessa palestra. Pegou um ponto que eu venho pensando muito que é o equilíbrio entre esses 2 mundos, essas 2 dimensões. Será que o homem, nós seres humanos, vamos conseguir perceber o limite até onde a tecnologia pode ser algo bom ou ameaçador à nossa saúde, à nossa vida?

Seguindo essa palestra houve um talk show com o Raphael Vasconcellos, que trabalha na Click e organiza o TEDxSP. Esse bate-papo pra mim foi muito inspirador, pois o Raphael explicou um pouco as motivações que o levaram a fazer acontecer o TEDxSP. Ficamos pensando em como um cara já atolado de trabalho consegue arranjar tempo e dedicação pra organizar esse evento incrível e ele disse que tudo se trata de mobilizar pessoas. Mobilizar pessoas a pelo menos pensarem em como seria um mundo melhor, ouvirem experiências de vida de outras pessoas completamente diferentes e abrir a mente pra enxergar naquelas palavras algum aprendizado.  Pra mim foi como um chacoalhão pois às vezes sentimos um vazio, queremos efetuar mudanças em nossas vidas e talvez a melhor forma de começar seja por algo pequeno, algo que possamos fazer por nós mesmos e que aos poucos pode tomar grandes proporções e atingir outras pessoas. Confesso que fiquei com vontade de continuar esse papo filósófico com o Raphael e prometi a mim mesma estar presente no próximo TEDxSP!

Houve uma palestra do Ricardo Sangion do Facebook, sobre a plataforma e seus aplicativos. Apesar de bem sucinta, foi uma apresentação bacana que só confirmou mais uma vez porque o Facebook é a maior rede social do mundo e tá deixando o orkut pra trás…Dados interessantes que ele passou: 50% da audiência do Facebook entra diariamente na rede! O tempo gasto no Facebook é superior ao tempo gasto no Youtube!! Caramba!

O Rafael Coimbra, jornalista da Globo News fez sua palestra focado nos avanços e influência que Internet com suas redes sociais estão representando hoje para a Mídia Tradicional. Gostei quando ele disse que as pessoas apostam muito em canibalismo midiático, mas que na verdade o que está havendo é um processo de simbiose midiática. Hoje a Internet tem muita influência e às vezes pode parecer uma afronta à TV. Antes era mais fácil saber qual público atingir pelos horários da programação na tv. Hoje com  a internet, como saber onde está esse público que cada vez mais acessa, baixa e assiste seus programas favoritos pelo computador no horário que mais lhe convém? O Rafael disse que esse desafio pode ser encarado com a experiência do vivo, ou seja, da programação ao vivo, que tem muita força. É diferente quando você vê um evento pela tv ou internet no mesmo momento em que este está acontecendo, seja o resgate dos mineiros do Chile, ou uma corrida de formula 1, jogo de futebol. Faz sentido não faz?

Gostei também da palestra do Ruy Mendes falando de Transmídia e sua experiência trabalhando com isso em Igrejas. Pois é, bem diferente, mas bem legal também. Foi uma palestra atípica. O cara soube prender a atenção da platéia contando uma história, sua história e teve até apresentação musical no final,rs.  Apesar dele não ter citado exemplos de Transmídia no digital, ele apresentou de uma forma legal o conceito.

Pra finalizar o evento, tivemos uma apresentação magnífica do Manoel Lemos, utilizando o Prezi para fazer um PPT com ar futurista e muito diferente, falando sobre o Fim da Web, juntamente com o Luli Radfaher. Eles se inspiraram na matéria de capa da Wired, falando justamente nesse assunto e que foi escrita por Chris Anderson, o carinha da Cauda Longa,rs!

Essa apresentação final foi uma baita reflexão para nós pensarmos sobre o poder da Internet, no que ela vai se transformar daqui a alguns anos e como ela vai nos transformar. O Luli, nem preciso dizer, foi um showman e nos deixou sair de lá com a cabeça explodindo!

Por fim, queria dizer que gostei bastante do evento. Pra mim o negócio é estar sempre de mente aberta, sempre proto pra enxergar um aprendizado, algo que faça a diferença. Por isso gosto tanto de eventos assim, pois eles sempre somam tanto pelo lado profissional como pelo pessoal.

Para mais detalhes, acessem a cobertura do próprio Imasters, com fotos, vídeo e algumas apresentações das palestras que rolaram!

http://intercon.imasters.com.br/2010/cobertura/

[Infográfico] – Dados sobre o Linkedin

27 mai

Mais um Infográfico! O número de usuários registrados no LinkedIn está chegando à marca dos 70 milhões . Talvez não chegue aos 400 milhões de usuários do Facebook, mas também é desnecessário, pois assim o Linkedin mantém-se  como uma Rede profissional.

O Linkedin ainda tem um enorme potencial de crescimento, especialmente para o mercado B2B que pode alavancar o Linkedin como uma plataforma de publicidade, ideal para chegar às pessoas que têm poder de compra e decisão.

A plataforma também tem lentamente tornado-se o “Google” para a busca de talentos ou habilitação, especialmente no setor de engenharia e finanças, onde a maioria dos usuários do LinkedIn está inserido

Fonte: Penn Olson

Como será a sua vida em 2020 com todos os avanços tecnológicos?

23 mai

No final do ano passado, a revista Forbes pediu à Frog Design para ajudá-los a prever o futuro em 2020. Em dezembro, realizou uma oficina em San Francisco que trouxe designers, futuristas e jornalistas que se reuniram para pensar sobre o estado atual da computação, como podemos experimentá-la daqui a 10 anos e, talvez mais importante, como podemos fazer a transição para estes futuros possíveis.

O resultado foi um gráfico com vídeos,imagens e conceitos que você pode ver aqui

Como será a nossa vida em 2020 em termos de inovação tecnológica e da internet? O mundo digital passará cada vez mais a se incorporar à vida das pessoas.Em 2020, o computador não é apenas incorporado em cada aspecto de nossas vidas, mas deve tornar-se parte integrante de nós mesmos. Você já tentou imaginar como  o futuro da tecnologia pode influenciar as principais áreas de Serviço Social, viagens, comércio, saúde e mídia? Confira abaixo:

O nosso segundo cérebro, ou “ThingBook”

No futuro,praticamente cada coisa visível será catalogada e indexada, pronto para ser imediatamente identificada e descrita para nós. Quer ir às compras? No futuro não precisaremos de grandes lojas de varejo, com corredores de objetos em exposição. Nós seremos capazes de fazer compras no mundo (veja imagem acima). Você achou interessantes aqueles sapatos da mulher sentada do outro lado da sala? Ou gostou de um modelo novo de carro que viu na rua? Tudo que você tem a fazer é olhar para eles com seu seu telefone móvel ou óculos AR equipado e vai identificar o objeto e procurar o melhor preço e varejista.

Bodynet


Este cenário irá monitorar as condições vitais do nosso corpo e calcular o resultado de nossas ações . Então, esta tecnologia permite que você aprecie a refeição McDonalds ainda mais, sendo assegurada por um painel de dados flutuantes com infomações sobre o lanche e o efeito em seu organismo.

Whuffie Meter
Curioso sobre o futuro das redes sociais? Whuffie é uma métrica conceitual social com base no que os outros pensam de você. No futuro, esta métrica pode ser realmente usado como dinheiro real. Por que não?  Socializar assumirá completamente novas dimensões quando podemos ver tudo publicamente sobre a pessoa que estamos conversando.

O termo “whuffie”, por sinal, é um termo cunhado pelo autor Cory Doctorow no seu livro. Refere-se à medição de respeito ou karma de uma pessoa ganha ou perde em suas vidas.

Nós vamos testemunhar um reequilíbrio dos nossos espaços físicos e virtuais. Vamos ver um renascimento do século 21 em artes e design centrando abordagens para fazer as coisas, onde você – o indivíduo – vai tomar o lugar central na cultura e comércio.

Ao invés de se contentar em aceitar o anonimato das empresas, vamos redescobrir o valor da autoria. Em 2020, a tecnologia continuará a permitir que os decisores individuais operem  da mesma forma que  apenas as grandes corporações podiam fazer. Testemunha o crescimento dos indivíduos como “marcas-próprias” no espaço da mídia social, transmitindo suas notícias da mesma forma como grandes empresas de mídia.

Os últimos 20 anos têm sido tão cheios de mudanças tecnológicas que a tecnologia e o mundo digital tornaram-se a narrativa dominante na nossa cultura de consumo.

Então, o que ocorrerá tecnologia? Ela começa com a arte, design e você: Há um sentimento de que iremos recuperar um pouco do que nós perdemos em 2010.

Fonte: Design Mind

A evolução da Privacidade no Facebook

16 mai

A onda da vez é questionar o Facebook a respeito da privacidade da rede. No entanto, o Facebook não conseguiu sempre os dados de seus usuários facilmente. No começo, ele restringiu a visibilidade das informações pessoais do usuário a apenas seus amigos e sua rede . Ao longo dos últimos anos, as configurações padrão de privacidade para obter informações pessoais de um usuário do Facebook têm se tornado cada vez mais permissivas. Eles também mudaram a forma como suas informações pessoais são classificadas por diversas vezes, às vezes de uma forma que tem sido confusa para os seus usuários.  Os gráficos abaixo foram realizado por Matt McKeon e mostram sua visão sobre a questão da privacidade da rede ao longo dos anos, a qual devemos estar atentos e alterar as configurações para uma forma em que nos sintamos mais confortáveis.

Fonte: http://mattmckeon.com/facebook-privacy/

Cinco Passos para a marcas de consumo ganharem a moeda social

12 mai

As grandes marcas de consumo ainda têm muito a aprender com o uso das Mídias Sociais.

Até mesmo marcas como Starbucks e AXE, consideradas cases no mundo das mídias sociais devido a seus milhares de fãs e seguidores, enfrentam problemas.

A questão é que as empresas acumulam uma coleção de fãs no Facebook, seguidores no Twitter, e deixam de se perguntar: O que estamos fazendo com eles? “Há uma grande quantidade de esforço desperdiçado na mídia social”, diz Erich Joachimsthaler, diretor-gerente Vivaldi Partners, uma consultoria de marcas internacionais.

A Vivaldi foi responsável por uma pesquisa com 60 empresas para demonstrar o que os consumidores julgam como mais valioso nas relações com as marcas nas mídias sociais . Os resultados revelam alguns insights surpreendentes sobre os limites dos meios de comunicação social. Seguem abaixo algumas considerações importantes:

1- Advogados de marca x seguidores

A Dunkin ‘Donuts tem 80% menos fãs no Facebook e seguidores no Twitter do que a Starbucks. Porém os fãs da Dunkin ‘Donuts são 35% mais propensos a recomendar a marca, de acordo com o estudo. A questão é o envolvimento das pessoas com a marca.

2-Contexto

Falando em  consumidores de cerveja por exemplo. Inovações de produto e embalagem não ajudam a criar relevância na vida diária esse consumidor. O importante é a ligação ou o “contexto social” durante o consumo.

3- Nem todas as marcas devem ser sociais

Marcas como a Gillete possuem grande lealdade: 96% dos inquiridos no estudo Vivaldi atribuem à marca boa qualidade e confiabilidade. Então, o que mais há para dizer?A conversa pode levar a uma discussão dos aspectos negativos, tais como preços e produtos alternativos e de marcas.

4. Ferramentas sociais são um meio e não um fim

A temáticas nas propagandas da Axe a respeito de utilizar o produto como ajuda na conquista feminina não passa de uma brincadeira. Raramente alguém daria um depoimento dizendo que o desodorante o ajudou na conquista. Em contrapartida marcas como a Clinique investem em vídeos com tutoriais de maquiagem. “Educar e capacitar os usuários é parte de nosso processo”, diz Emily Culp, VP da Clinique

Fonte: Woweffect e Fast Company

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