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Novos ventos inovadores virão

22 out

Bom gente, escrevi esse post dando minha opinião sobre o curso Ações novadoras em Comunicação Digital, realizado na ESPM e ele também está disponível aqui no Blog dos Inovadores ESPM!

Foi praticamente um mês mas passou muito rápido . Momentos de compartilhamento de novas informações, pensamentos e opiniões que continuam e continuarão rondando nossas mentes por um bom tempo, quem sabe pra sempre! Com certeza a decisão de todos que foram parar nesse curso, trouxe boas consequências. O ato de se abrir ao novo, de assumir que precisa aprender para se incluir nessa revolução pela qual estamos passando.

O primeiro impacto para mim foi a própria descrição do curso na home page da ESPM. Por ali já deu pra perceber com o que iríamos nos deparar, pois além de falarmos, discutirmos e aprendermos sobre novas tendências e revolução digital, faríamos uma revisão da história passando por Gutenberg para chegar até os dias de hoje e entendermos melhor todo o processo! Bingo! Logo na primeira aula, Gil Giardelli nos bombardeou com muitas informações e referências da história, nos fazendo refletir sobre o que é realmente novo e o que foi reinventado. Quebrou todos nossos paradigmas, criando muitas dúvidas, curiosidades e anseios pelas próximas aulas!

Todas as aulas foram recheadas de muitos dados, cases, opiniões profissionais e pessoais. A escolha de convidados de diversas áreas, desde o CEO de uma grande agência de marketing digital até uma antropóloga foi fundamental para fazermos a nossa mistura dentro desse caldeirão de idéias! E cada um funcionou como uma peça fundamental nessa engrenagem, fazendo o todo ter sentido. Palestras motivadoras como a do Sergio Storch sobre Gestão do conhecimento, onde ele citou que O Conhecimento está nas pessoas juntas, no coletivo e por isso uma equipe pode ser considerada um sistema inteligente, ou a do Sérgio Amadeu que citou que No ambiente das redes, colaborar é mais eficiente do que competir, nos abrem novos horizontes chegando à conclusão tão disseminada durante o curso: A rede é feita de pessoas e não apenas de tecnologia. Isso muda tudo e reacende a discussão sobre a criação colaborativa.

Martha Gabriel também nos fez pensar quando disse: As pessoas não são, estão e como podemos aprender a se aproximar de pessoas na era da busca, que querem encontrar, mas não querem ser encontradas. Além de mostrar que na web também é possível fazer arte!

Para finalizar foi perfeita a palestra do Paulino Michelazzo que deixou mensagens como: Inovar não é superar o vizinho, mas se superar o tempo todo. Foi muito inspirador quando ele disse que Inovar às vezes também é não saber o que fazer daqui há 5 anos. É não ter certeza, deixar o acaso entrar em nossas vidas, passarmos por muitas experiências e não apenas seguir o curso normal ou correto da vida!

Gil Giardelli fechou o curso dizendo que A internet começou com pessoas que acreditavam num mundo diferente. Motivador não?

São muitas as lições e reflexões a tirar de todo esse conteúdo que recebemos durante o curso.

Para mim fica a sensação que agora é a hora de organizar todas essas informações que recebemos e colocá-las em prática, seja na vida pessoal ou profissional. Deixar-se experimentar e tirar o máximo possível que a internet pode nos dar!  Pesquisar e analisar as informações que recebemos, desenvolvendo cada vez mais o lado curioso e questionador,  para assim gerarmos conhecimento! Desbravar o mundo enxergando em cada experiência uma dádiva, uma oportunidade de fazer diferente e  pensar que o novo pode estar a apenas alguma distância do óbvio.

Devemos aproveitar para unirmos o que temos de melhor, o nosso lado de ser humano que é o ato de colaborar, compartilhar e fazer a diferença!

Após esse curso somos novas pessoas. Como diria Albert Einstein: A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.

GO INOVADORES !

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Reflexões de uma mente saturada

21 out

Existem momentos que a gente se perde em meio a tanta informação, tecnologia, que nada parece fazer sentido. Queremos tanto acompanhar esse ritmo e tentar ficar informado sobre tudo mas claro que é impossível.

Tecnologias novas criadas a cada instante, muitas opiniões disponíveis sobre um mesmo fato para serem consideradas, muitos lugares onde buscar conteúdo, aliás será que sabemos identificar onde realmente há conteúdo ou será que só seguimos o rebanho e concordamos em receber aquele tipo de informação sem questionar talvez porque muitas pessoas as julgam relevantes?

A sensação que fica é que as vezes nem temos tempo para construir uma opinião a respeito de algum fato por exemplo e a quantidade de dados os quais temos acesso nos faz pensar que nunca estamos bem informados, o que a meu ver é algo bom se for saudável, assim estaremos sempre em busca de mais e não estaremos na zona de conforto achando que já sabemos de tudo sobre determinado assunto.

Mas as vezes para estar por dentro de tudo quase tudo e tentar adivinhar tendências é necessário fazer o caminho inverso e ir buscar em outras fontes que talvez nem sejam tão novas assim.Como disse o Gil Giardelli :

A Internet é uma releitura da história da Humanidade

Nem tudo nesse mundo é inovação, as vezes seja apenas uma evolução do que já existia.

Inclusive vou deixar aqui essa incrível apresentação do Gil chamada: “Os Hippies digitais”. Se estiver difícil para carregar clique aqui

Pensando um pouco nisso, ontem a noite me desliguei um pouco da Internet e fui ler a revista VidaSimples, que com certeza me faria acalmar os ânimos e reflexões tratando de temas como bem estar, saúde, espiritualismo e afins. O incrível é que mal abri a revista e já me deparei com um incrível artigo do Ronaldo Bressane sobre; Consciente coletivo e a Cultura Wiki ou de Colaboração. Fiquei impressionada com algumas citações que o autor faz por exemplo à Obra Aberta de Umberto  Eco”  e ao Blog do Gilberto Júnior que orienta um grupo de leitura coletiva da Bíblia, ou  quando cita o case da loja Endossa aqui em São Paulo

Claro chegando ao fim da reportagem saí com mais curiosidades, dúvidas e vontade de pesquisar sobre o assunto e não resistindo acabei  parando na internet !Para quem se interessou recomendo muito que clique aqui e vá até o Blog Impostor do Ronaldo Bressane, o autor do texto, onde ele conta como escreveu esse artigo!

Na mesma revista li algo que me fez me sentir bem melhor! Sabe o fato de termos que armazenar cada vez custom-windows-mobile-developmentmais informações e nosso cérebro não dar conta? Pois é, há uma teoria derivada de uma pesquisa de David Allen, um consultor empresarial americano, que defende o  fato de atualmente não termos que armazenar tantos dados e informações , pois eles estão nos nossos aparelhos eletrônicos. Em seu livro Making it All Work ele diz que essa “transferência de responsabilidade” de nossas mentes para nossos aparelhos eletrônicos, pode nos livrar de consequências como o stress.

Sabe que eu já havia pensado em algo parecido. É como quando se está com a mente saturada e se escreve para transferir para o papel ou para a tela de um computador as suas idéias, reflexões,devaneios, se sentindo assim mais leve depois!

Se você anda se sentindo assim, meio saturada(o) e quer dar um tempo de tudo, saia do quadrado, reinvente-se,seja curioso.  Ouça o som de um instrumento exótico e desconhecido chamado didgeridoo, descubra o que significa Serendipidade, conheça Osho, leia essa reportagem na Época:Chega de Pensamento positivo!Pesquisadores canadenses demonstram que ele até dá resultado. Só há um problema: é o resultado oposto.

Enfim recicle-se e dê oportunidade para que o acaso atravesse sua vida. Acredito realmente que as grandes idéias e oportunidades estão as vezes onde nem imaginamos! 😉